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12 de out. de 2011

Em vídeo: A revolução das mídias sociais

Embora esses vídeos sejam bem conhecidos, reúnem boas informações e números sobre a evolução das mídias sociais. Foram lançados por Eric Qualman, autor do best-seller Socialnomics. O primeiro vídeo já foi visto quase 3 milhões de vezes, desde seu lançamento. 

Social Media Revolution

Social Media Revolution 2010



Social Media Revolution 2011

5 de set. de 2011

Quem é a Geração Y?

Quem são estes jovens ousados e que executam várias tarefas ao mesmo tempo? Estão sempre conectados e não deixam que nada passe despercebido no ambiente online e em nenhum outro ambiente.

A Geração Y, Millenials ou os Jovens Digitais tem despertado os estudiosos a concentrar esforços para entender quem são, como agem, o que gostam, o que compram, enfim o comportamento desse grupo. O que é fundamental para nós profissionais da Comunicação, já imaginou criar uma campanha sem conhecer realmente quem é o seu público? É, acho que não dá muito certo :)

É por isso que o assunto, ou melhor, a Geração Y já virou tema de muitos mestrados, doutorados e empresas de pesquisas, um exemplo é a Box1824, que produziu um vídeo bem bacana com algumas informações sobre a realidade desta geração e das outras (Baby Boomers e Geração X) que nos fazem compreender um pouco melhor como elas funcionam.




We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo

No ano passado estudei um pouco sobre gerações, em especial a Y. Leia aqui

Nessa época li alguns trabalhos do pesquisador @sidneioliveira que estuda o Conflito de Gerações, Geração Y e Z e Redes Sociais. O site dele é http://www.sidneioliveira.com.br/samba/. Os textos dele são interessantes, #ficaadica pra quem se interessar pelo assunto :)

1 de set. de 2011

Redes sociais que apoiam a produção cultural

As redes sociais digitais não servem apenas para conectar pessoas e criar novos laços de relacionamentos, mas também para compartilhar informações, criar grupos de discussão, manifestações, incentivar projetos e muito mais.

Este último, incentivar projetos (o qual venho falar hoje) está dentro das experiências de crowdfunding que significa o financiamento colaborativo ou a famosa e tradicional vaquinha em favor de produtos, serviços, projetos ou ações.

O bacana é que isso está acontecendo na web. Em países da Europa e Estados Unidos a prática funciona com vigor, produtores jovens e veteranos publicam suas ideias à aprovação e apoio de amigos e investidores. Um exemplo é o site Kickstarter onde é possível investir tanto em um filme como até em um novo relógio.

Aqui no Brasil o Catarse e o mais novo Sibite, são as redes sociais digitais que possibilitam o incentivo e o compartilhamento de projetos culturais. As pessoas postam suas ideias e os internautas podem opinar sobre, contribuir financeiramente e principalmente compartilhar em suas redes, fazendo com que o trabalho ganhe asas, e assim possibilidades de ser concretizado.


Um exemplo é o projeto do Dicionário Criativo, disponível no Catarse, que tem o objetivo de construir o maior dicionário de analogias da internet, relacionando conceitos, palavras, locuções, expressões, provérbios, citações e imagens por campos semânticos e não por palavras-chave. Tudo isso para instrumentalizar profissionais criativos, blogueiros, estudantes e quem mais precisar fazer uso do material. O projeto já arrecadou R$ 7.687,00 dos R$ 12.000,00 necessários para a criação da versão beta.


Acredito que o interessante dessas redes, além do incentivo a cultura, é a facilidade ao acesso democrático à produção da cultura e a desburocratização do processo, pois você “viraliza” seus projetos e conta com a contribuição da inteligência coletiva (crowdsourcing).

Quem quiser conhecer as redes e os projetos acesse:

7 de jun. de 2011

Dicas de Leitura: Redes Sociais

Hoje, resolvi trazer duas indicações de leitura sobre o universo das Redes Sociais, que utilizei para escrever meu primeiro artigo, em conjunto com Camila Lawall, sobre a utilização do Facebook pelas marcas corporativas. As leituras trouxeram base para entender os princípios das redes sociais e a extensão, das mesmas, para o meio digital.

O bacana é que as duas publicações podem ser baixadas gratuitamente da Internet, o que reforça o conceito de compartilhamento de informação que tanto vivenciamos hoje. Veja:

Redes Sociais na Internet - Raquel Recuero
O livro fala sobre as organizações em redes, teoria dos grafos e como isso mudou depois que computadores passaram a fazer parte deste universo. A autora, depois de conceituar o tema, explica a extensão das redes para o meio digital e, conseqüentemente, a criação das chamadas Mídias Sociais.
Download - Clique aqui






Para Entender as Redes Sociais - Organização Ana Brambilla
Um e-book que reuni diversos artigos escritos por profissionais de várias áreas que abordam as vertentes das Redes Sociais digitais, como por exemplo, textos sobre novos formatos de Jornalismo, Social Media Day, Métricas e a atuação de Marcas nas redes. Traz vários cases e análises diferentes.
Download - Clique aqui

30 de mai. de 2011

Palestra sobre a relação entre os Consumidores e as Marcas

Como gerir o relacionamento entre Consumidores e Marcas nas Mídias Sociais?
Este foi o tema da palestra que ministrei ontem no #PROPAGARE, evento do curso de Comunicação Social da Uninove Vila Maria, convidada pela professora Cíntia Dal Bello.

Discutimos a diferença entre rede e mídia social, a mudança do comportamento do consumidor e como as marcas tem se posicionado em meio a tantas mudanças no mercado publicitário.

Para finalizar, trouxe três cases para ilustrar na prática, os assuntos discutidos. O primeiro foi sobre o lançamento do FIAT UNO, que utilizou o FormSpring para fazer a maior entrevista coletiva na rede, com mais de 3.000 respostas aos seus consumidores. Em segundo lugar, falei da Vivo que, na Copa do Mundo de 2010, criou o grupo Eu Vivo a Seleção, em seu site, em que as pessoas se cadastravam e tinham que cumprir atividades nas mídias sociais para concorrer a prêmios. E por último, e mais quente, o caso da Arezzo que lançou uma coleção de bolsas e sapatos com peles de animais, o que ascendeu a ira dos ativistas e fez com que eles destruíssem a imagem da marca na rede.

A experiência foi incrível, falar sobre algo que me apaixona e ouvir o que os futuros publicitários têm a dizer foi muito bom, principalmente por ter sido uma galera bem participativa. 

Quem quiser conferir, disponibilizo aqui minha apresentação e vídeos utilizados.




A enxurrada de informações

Uma das discussões em meu curso de Pós Graduação é sobre o tanto de informações que recebemos todos os dias. Na Internet a maioria dos acontecimentos tomam grandes proporções, independentes de serem ou não importantes. Escrevi o texto abaixo para uma atividade e achei interessante publicar. Ele faz parte da minha coluna no blog Marketing Moderno, onde falo sobre Comunicação, Marketing e Redes Sociais.

Dentre tantos benefícios que o crescimento da internet trouxe, podemos ver que alguns comportamentos, gerados por esta ascensão, implicam muitas vezes em excesso de informação, e consequentemente uma discussão superficial dos fatos. O que acontece é que o enxame de várias informações convergentes ou desconexas dificulta a seleção, do que importa e não importa, e a formação de opinião crítica diante das situações (AP. SOCIEDADE MIDÍATICA – PROF. GABRIELA PAVANATO – UNINOVE).

Digo isto porque é fato que hoje são discutidos inúmeros temas na rede, todos ao mesmo tempo, mas o ruim é que tudo virou notícia. Qualquer coisa que vá parar nos Trend Topics (assuntos mais comentados) do Twitter vira o assunto do dia ou dá semana. Mas, assim como aparecem eles desaparecem e aí concordo com a afirmação feita no parágrafo acima, que não construímos censo critico. Vejamos por exemplo o caso do Churrascão da Gente Diferenciada, na semana passada (9-15 de maio) ele foi organizado pelo Twitter e pelo Facebook, durante a semana foi o assunto mais comentado nas redes sociais e até gerou matéria para a televisão, porém nesta semana, pós churrasco, não tenho lido nada nas redes sobre o assunto. O que me faz concordar com a ideia de que não discutimos um tema profundamente, neste caso estamos lidando com preconceito entre as pessoas e o caso ficou só na mobilização, as pessoas não pararam para perceber o quanto isso é grave.

Acredito que a internet, e principalmente as redes sociais, tem se caracterizado como um grande palco para discussões sociais, porém seus usuários não a utilizam com sabedoria (ainda) e incluo nestes “usuários” até jornalistas e publicitários também. Por mais que todos se apresentem nas redes, nem todos sabem como operá-la para ser diferencial. O que quero dizer é que nem tudo que está na rede deveria estar ali. Ou quando acaba chegando lá, e realmente é importante (como um bairro querer proibir a construção do metrô para não receber “gente diferenciada”) vira mobilização e ninguém discute nada. Creio que há uma inversão dos valores.

Outro exemplo que trago para exemplificar minhas afirmações, é o casamento real. Um verdadeiro luxo, um encanto. Agora pergunto o que isto tem de tão importante, a não ser para os súditos reais, para mobilizar os veículos de comunicação ao ponto de fazerem semanas com reportagens especiais sobre o casal, como se conheceram, de onde vieram e para onde vão.

O casamento real foi um fato midiático completo, um verdadeiro reality show. Foi uma enxurrada de notícias sobre o casório e transmissão ao vivo pelo Youtube, o que gerou até produtos como bonecas, livros, aplicativos para celular, joguinhos eletrônicos e até a produção em larga escala de réplicas do anel da noiva (disponível em qualquer loja de bijuterias).
Vejo aí que, foi criada uma hiper valorização do espetáculo, de um casamento (mesmo que real) a cobertura da mídia, e os próprios organizadores do enlace que proporcionaram estas histórias para todos quantos quisessem ver e saber, fez com que o que era verdade tornasse um verdadeiro show. Todos foram seduzidos pelo encanto e charme de conto de fadas.

…fator que contribui para a valorização dos objetos expostos no palco midiático é a linguagem persuasiva. “Persuadir é, sobretudo, a busca de adesão a uma tese, perspectiva, entendimento, conceito, evidenciado a partir de um ponto de vista que deseja convencer alguém ou um auditório sobre a validade do que se enuncia. (Citelli 2005:14 – AP. SOCIEDADE MIDÍATICA – PROF.GABRIELA PAVANATO – UNINOVE)
A partir desta citação, posso dizer que fomos persuadidos a acreditar que aquilo sim era importante, enquanto para fatos que apresentam preconceito e impedem a construção de sistemas que beneficiarão a todos, fazemos um piquete no Facebook, vamos para a rua, mas termina aí (só lembrando que tudo isso é bem rápido, não passamos semanas com reportagens especiais).

O advento da internet é sem dúvida um grande bem para a sociedade, pois sabendo usá-la corretamente ela pode proporcionar um grande fórum de debate onde quase todos (digo quase, porque o Brasil é um dos países com uma das piores distribuições de renda no mundo e com um número expressivo de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza) participam e compartilham informações e interesses. O problema é que ainda vemos a inversão de valores do que é válido e do que não é. A mudança na comunicação, feita pelas redes, ainda é muito nova, por isso acredito que vamos aprender a colocar temas em pauta e discuti-los até criar censo crítico profundo, e não superficial.

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13 de mai. de 2011

O #apareSer apareceu bonito na rede!

No último dia 07 de maio, aconteceu o 1º Encontro Online de Visibilidade nas Redes Sociais, organizado pela turma de Pós-Graduação em Comunicação em Redes Sociais, da qual eu participo. Recapitulando, neste dia entregamos nossos artigos sobre visibilidade e para discutir este assunto criamos o #apareSer.
O evento foi realizado no laboratório de informática da Uninove Memorial, pois precisávamos transmitir os acontecimentos via Twitter com a hashtag #apareSer. Presencialmente contamos com as contribuições de professores e profissionais de Comunicação (Ms. Davi Machado, Ms. Jorge Marcelo Nomura, Gustavo Cavalheiro, Jorge Miklos, Vander Spartan) e, na rede, alunos, twitteiros e até autores como Raquel Recuero estiveram presentes no ciberespaço.
Em menos de duas horas de discussão estávamos no Top Trend São Paulo e, logo depois, alcançamos o tão sonhado TT Brasil! Foi uma experiência incrível, ver tantas pessoas interagindo e querendo saber o que era esse tal de #apareSer com S. Os números ainda estão sendo computados, mas em breve vamos saber em dados e gráficos o quanto aparecemos na rede.
O mais interessante foi ver um garoto que, primeiro teceu criticas sem saber o que era o evento, e logo depois começou a seguir a tag e entender do que se tratava. No final ele divulgou o #apareSer e lançou o slogan do encontro “Twitto, logo existo”.
Mais do que chegar ao topo do Twitter, o encontro trouxe muitas respostas e outras perguntas relacionadas ao comportamento das pessoas e sua visibilidade nas mídias sociais. Todas as informações, dados e análises serão publicadas em artigo científico orientado pela professora Cíntia Dal Bello. 
Conheça os temas que estiveram em discussão:
  • A Visibilidade de marcas no Facebook Brasil (Ellen Aguiar e Camila Lawall)
  • Facebook: a visibilidade de empresas e marcas (Larissa Mariana Silva) 
  • O uso de hashtags gratuitas como forma de promoção publicitária (Mario Diego Oliveira dos Santos) 
  • O Twitter como ferramenta de autopromoção na web (Fábio Barreto)
  • Redes Sociais eliminam paradigma entre organizações e consumidores (Bruna Corrêa e Sandro Battesini Martins)
  • PC Siqueira: O fenômeno brasileiro das redes sociais e suas estratégias para aumento de sua visibilidade mediática (Ricardo Dias Coimbra dos Santos)
  • O posicionamento em weblog: o tema corpo que leva o ator social até os editoriais (Talitha Rodrigues de Souza)
  • Jornalismo online e o potencial das redes sociais (Priscila de Almeida Xavier)
  • A importância da identidade digital nas redes sociais como fator de sociabilização (Evelson Bertholdo Jr)
  • Desafios do Linkedin na Sociedade da Informação: Comunicação em rede e mercado de trabalho (Vanessa Barreto Alves e Nailton  Francisco de Souza)
  • A complexidade de 140 caracteres: Plataforma e usuários evoluem continuamente (Phillipe Rigoni)
  • Varejo nas Redes Sociais: como atuam os varejistas nas redes Orkut e Facebook (Fabio Henrique Montuori e Vanessa Machado de Maria)
  • Foursquare: as funcionalidades da mídia locativa como meio de promoção (Athayde Filho)
  • Pessoas comuns nas redes sociais (Kelly Garcino)
  • Simulação e Dissimulação do “apareSer” (Fernanda Rabaglio)

4 de mai. de 2011

Evento #apareSer ganha Visibilidade na Rede!

A galera tem feito um grande esforço para divulgar o 1º Encontro sobre Visibilidade em Redes Sociais: #apareSer. E com isso, já percebemos alguns resultados. Veja:

Dia 03 de maio às 14h52, a tag #apareSer estava na primeira página do Google, em décimo primeiro lugar.


Dia 04 de maio às 01h16, na primeira página já são duas menções em sexto e nono lugar.


Será que conseguiremos #apareSer e atingir a primeira posição? Estamos trabalhando para isso.

1º Encontro sobre Visibilidade em Redes Sociais


Iniciativa: Alunos do Curso de Pós-Graduação em Comunicação em Redes Sociais da Uninove
(Módulo “Estruturação e Funcionamento de WebPages em Redes Sociais” – Profa. Cíntia Dal Bello)
Em 7 de maio, das 9 às 16 horas, 30 pesquisadores e profissionais de Redes Sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Linked In, Youtube, Flickr) participarão de um debate sobre estratégias para aproveitar os recursos das plataformas para ampliar a Visibilidade de marcas, produtos, empresas e pessoas. A grande pergunta é: como utilizar as Redes Sociais para #apareSer?
Além de falar sobre suas pesquisas e experimentos em andamento, os participantes farão a cobertura ao vivo do debate via Twitter. Para acompanhar, basta digitar #apareSer no campo “Search” do Twitter. E, se quiser participar e #apareSer, basta “twittar” utilizando esta hashtag!
Não é à toa que o evento ocorre em um laboratório: ele é mais que teoria, é prática, experiência sobre Visibilidade Cibercultural.

Não deixe de participar! Venha contar o que você faz para #apareSer nas Redes Sociais!
Acompanhe o #apareSer e veja o que os Alunos do Curso de Pós-Graduação em Comunicação em Redes Sociais já estão “testando” para #apareSer!

3 de mai. de 2011

Eu vou #apareSer e você?



Quem gosta de estar conectado nas redes? Levanta a mão \o/ \o/


E quem gosta de aparecer? Calma, não precisa ficar tímido. Todos nós, independente dos motivos que temos para estarmos presente em alguma rede social, estamos aparecendo!  

Este foi o tema das aulas ministradas pela professora Cíntia Dal Bello. Durante os encontros sempre discutimos as estratégias de visibilidade, utilizadas por pessoas, marcas, empresas, produtos ou serviços no ciberespaço.

Nossa ultima aula, que acontece no próximo sábado, dia 07 de maio, será marcada por um evento especial. Um forúm de discussão sobre as questões que nortearam nossos estudos, o mais legal é que vocês poderão acompanhar e participar, via Twitter, seguindo a hastag #apareSer.

O termo apareSer é utilizado pela professora Cíntia e ela o define como
conceito para designar a lógica coercitiva que implica o condicionamento do ser à performance mediática. Ou seja: se o ente (pessoa física ou jurídica, personagem, produto, serviço ou marca...) não estiver "na mídia", é praticamente como se ele não "existisse". Trata-se, portanto, de um conceito que se relaciona diretamente com os conceitos de Visibilidade Mediática e Teleexistência, além de ilustrar a Cultura Narcisista característica de nossa época.
Clique aqui e conheça a galera que gosta de #apareSer


Então é isso, dia 07 temos um encontro!
Siga, comunique, participe e compartilhe!                                       

4 de abr. de 2011

Google Imagens

Depois de analisar os resultados na busca do Google, na semana passada verifiquei quais imagens apareciam relacionadas a “Ellen Aguiar”. Na primeira consulta, dia 28 de março, foram 196 resultados em 7 páginas do Google Imagens. Vinte e quatro ícones faziam algum tipo de referência aos meus perfis nas redes e também a blogs que eu sigo, fui marcada ou fiz algum comentário.










No dia 01 de abril, verifiquei novamente. Foram aproximadamente 334 resultados, porém minha “aparição” diminui para 15 indicações. No momento até achei estranho, o número ter diminuído, pois tenho procurado comentar, postar e participar mais ativamente da rede. Porém lembrei que, não tenho trabalhado com imagens. Na maioria das vezes, meus posts são sempre textos.

Nós, seres humanos, somos extremamente visuais e creio que aquela frase “A primeira impressão é a que fica” cabe para as redes sociais também. Portanto, mãos à obra. Tenho que cuidar da minha “imagem”.

31 de mar. de 2011

Será que realmente as mulheres são “maioria” nas Redes Sociais?

Estes últimos dias li alguns post dizendo que as mulheres lideram o rank de usuários nas Redes Sociais como Orkut, Facebook e Twitter, em contrapartida li também sobre a falta de mulheres no ramo de tecnologia. Fiquei pensando sobre o assunto e resolvi escrever uma pequena reflexão sobre essa “maioria”.

Um estudo, realizado pela comScore em outubro de 2010, mostrou que as brasileiras consomem 31% mais conteúdo comparado aos brasileiros no Facebook. Nos Estados Unidos, onde a pesquisa também foi aplicada, os resultados mostraram que as norte-americanas ficaram 16,8% de seu tempo em sites de relacionamento em dezembro de 2010. Já os homens, durante o mesmo período, passaram apenas 12% na mesma atividade.


Ao ler todos estes resultados do universo feminino online, pergunto se nossa participação, “maior” que a masculina, significa realmente liderança? Até hoje, ainda, não vimos nenhum boom da Internet ter sido criado por mulheres, pelo contrário Google, Facebook e Twitter, foram todos criados por eles. Nos congressos e cursos de computação, software e internet nota-se que a quantidade de mulheres é bem inferior, comparada a participação masculina. E quando o assunto é emprego, os cargos de decisão quase nunca são ocupados por elas.


Olhando por este aspecto, o acesso à cultura digital entre mulheres e homens está bem longe de ser de igual para igual. Tendo a acreditar que a relação entre a mulher e a Internet não é muito diferente da feita pelas mídias convencionais: elas continuam no patamar de superexploração e futilidade. Ontem encontrei uma matéria no site da Veja falando sobre comportamentos que irritam as mulheres no Facebook. Segundo o estudo realizado nos Estados Unidos, pelo site de compra coletiva Eversave, 83% das 400 entrevistadas já se irritaram pelo menos uma vez por causa de recados publicados por suas conexões. Entre as ações mais abominadas na rede social, estão: reclamar o tempo todo (63%); divulgar opiniões políticas divergentes (41%); exaltar suas vidas perfeitas (32%); exaltar os filhos (16%).


Creio que este tipo de pesquisa só reforça o conceito de futilidade feminina na rede. A questão é que existem assuntos mais importantes referente as mulheres. A maioria dos sites tem colunas “especiais” para as internautas, que tratam sobre moda, beleza e compras. Mas elas não são bem mais do que isso? Não que não gostamos de ler sobre este tipo de coisa, mas tenho certeza que queremos mais, muito mais. A web tem que ser vista como espaço para discussão social e política, o público feminino precisa deixar de ser usuário para ser praticante.

29 de mar. de 2011

Meus primeiros resultados sobre visibilidade

Na semana passada contei para vocês sobre meu primeiro trabalho da pós: Jogar no Google meu nome e analisar a qualidade e quantidade das “aparições”. Hoje trago os primeiros resultados de um trabalho que está só no começo.

A primeira busca, mostrou que de 100 resultados apenas 13 foram meus. Os outros, em sua maioria, são de “Ellens” de outros países, como Estados Unidos, e perfis no twitter, facebook e linkedin. Durante uma semana fiz algumas postagens, comentei em blogs e atualizei minhas redes (perfil e contatos) e após esse período os números mudaram. De 13, subi para 17 “aparições”, sendo que os outros resultados continuam sendo de estrangeiras e perfis em Redes Sociais.


Dia 21.03 - 3.570 resultados


Dia 25.03 - 3.630 resultados

Talvez 13 ou 17 resultados pareçam pequenos, porém devo analisar como quero ser vista e o que é mais importante: Quantidade ou qualidade? Mas, confesso que achei os primeiros números desanimadores, pois sempre me achei “muito” conectada. Estou em todas as redes, leio sobre os assuntos, sigo formadores de opinião do tema, fui em encontros que discutiram a conectividade, participo de comunidades do tipo “Redes Sociais” e “Web 3.0”, porém não tinha percebido que estou apenas de um lado. Faço tudo isso, mas não postava em meu blog, não fazia comentários pertinentes, enfim estava como mera expectadora.

Depois do dilema visível, porém invisível, encontrei um outro obstáculo: tenho um monte de xarás. O que eu faço com todas elas?

Bom, quero ser reconhecida como uma pesquisadora em Redes Sociais, então vou investir em ações que fortaleçam meu nome ligado a este tema, me diferenciando assim dos outros resultados. O trabalho não é fácil, mas como pesquisadora o importante é ir atrás e achar as respostas e/ou novas perguntas.

Dados interessantes:

- Meu blog aparece em primeiro lugar no Google; - O nome Ellen Aguiar é o nono na busca automática; - Através dos comentários que fiz, recebi um convite para participar de um blog com foco em Pesquisa e Comunicação.



Ellen Aguiar é o nono nome na lista de busca automática


Foi satisfatório ver que com algumas ações o quadro muda!

28 de mar. de 2011

Iniciação Científica: Estudando comportamento e Gerações...

Compartilho aqui, um resumo da minha Iniciação Científica, que estudei sobre comportamento e pincelei sobre Gerações, tema que acho válido discutirmos sobre o prisma das Redes Sociais.


Fui orientada pela Professora Ms. Sueli Yngaunis, que na época ministrava aulas de comportamento na turma em que eu estudava. Nosso objetivo era identificar o perfil do comportamento do consumidor universitário da Universidade Cidade de São Paulo. O local na época, detinha 14.122[1] alunos, localizado na Zona Leste de São Paulo, a mais populosa da cidade, o que configurou um espaço representativo para desenvolvimento da pesquisa. Para tanto, foram feitos estudos sobre a psicologia do consumidor, a economia, sociedade do consumo, população universitária do Brasil, consumo da classe C, opinião pública e gerações.


Observando que a maioria dos participantes da pesquisa foram jovens, na faixa etária de 18 a 31 anos foi importante estudar como o comportamento desta geração influencia no consumo de produtos/serviços oferecidos pela internet.


A Geração Y ou Geração Millennials, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, aos nascidos após 1980. Desenvolveram-se em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Segundo estudos eles não gostam de ficar por muito tempo em qualquer compromisso, fazem tarefas múltiplas, viajam pela Internet, comunicam-se por e-mail, pelos seus Blackberrys, ao mesmo tempo em que falam nos celulares enquanto conversam online. São jovens, espertos e ousados. Gostam de trabalhar, mas não deixam o trabalho dominar suas vidas, não esperam permanecer no emprego ou na carreira, por muito tempo. Segundo Bruce Tulgan[2], o fundador de New Haven, CNN, baseado no Rainmaker Tinking, que estuda a vida da juventude, diferente das gerações que se foram antes deles a Geração Y tem sido cuidada, nutrida e programada com inúmeras atividades desde as fraldas. Isso significa que eles são ao mesmo tempo voltados para alto desempenho, e alta manutenção, diz Tugan – “Eles também acreditam no seu próprio valor”. No mercado de trabalho, acreditam no seu autovalor e valorizam-se suficientemente, não sendo tímidos quanto a tentar trocar as empresas para quem trabalham.


Conheçam alguns resultados:


Acho que podemos pensar em como as Redes Sociais influenciam o comportamento da Geração Y e como isto é significativo para a comunicação. O que vocês acham?


[1] Dados de junho de 2009, fornecidos pelo professor Clovis José Serra Damiano, Chefe do Centro de Registro e Controle Acadêmico.

[2] Disponível em http://www.kairosnet.com.br/jobjump/ger_y.html. Acesso em 12 de outubro de 2009.


Beijoos*

22 de mar. de 2011

Não tão visível assim...

Como prometido no post de ontem, hoje trago as primeiras análises sobre a "aparição" do meu nome no Google. É, confesso que achei que o número seria bem maior, mas não foi bem assim. Para vocês entenderem, olha só o que eu fiz:

1º Digitei "Ellen Aguiar";
2º Contei quantas vezes meu nome apareceu nas dez primeiras páginas.

Resultados:

Apareceram 3.570 resultados, é muita Ellen não é?! Mas dos cem primeiros links, apenas treze são meus, os outros são das minhas xarás. Confesso que foi uma surpresa. Achei muito pouco para quem é amante da rede e se acha bem conectada, porém nem tudo que pensamos é.

Meu desafio, até sexta-feira, é criar ações (comentários, posts, conteúdo, participação em forúm) que potencialize meu nome na rede, sem esquecer é claro de pensar em qual imagem quero passar no cyberespaço. O que eu quero ser nas Redes Sociais? (A resposta eu só vou dar ao término do trabalho, embora eu saiba a resposta rs)

A primeira conclusão é que tenho muito trabalho pela frente, e que bom por isso! No fim de semana posto a análise completa e seus resultados!!

Beijoos*

21 de mar. de 2011

A mais nova aluna de Redes Sociais!

Pessoas,
Boa noite!

Finalmente minha pós começou! Oba!!!
Comunicação em Redes Sociais, o curso que eu tanto queria. E pra melhorar ainda mais, ao entrar na sala, tive a agradável surpresa de saber que a disciplina de Estruturação e Funcionamento de Webpages em Redes Sociais será ministrada pela professora Cíntia Dall Bello, que me deu aula no primeiro ano da Faculdade.

Estava com saudade deste ambiente de sala de aula, perguntas, experiências e muito mais. E posso dizer que minhas expectativas estão bem grandes, afinal sou apaixonada por redes sociais, fico impressionada como este fenômeno modificou a forma de fazer comunicação. Finalmente vou poder devorar este tema.

Meu objetivo é entender as relação das Redes Sociais x Comportamento do Consumidor x Novas formas de Comunição x Marcas. Talvez seja muita coisa e no final decida por apenas uma linha, mas os questionamentos são grandes rs!

Para a próxima aula já tenho trabalho (é, vida de estudante tem essas coisas rs). Farei uma pesquisa de quantas vezes e de como meu nome aparece no google...Fiz isto hoje e sexta-feira farei de novo, neste meio tempo vou criar algumas ações para tentar fazer com que este número de "aparições" aumente. Amanhã vou postar alguns resultados interessantes que encontrei.

Quem se interessar sobre o assunto e quiser saber mais sobre esta pesquisa acesse o post "Você está no Google? Gestão da visibilidade mediática cibercultural" da Professora Cíntia. Ela explica o processo e dá algumas dicas de leitura. Se você ficou com vontade de pesquisar seu nome, faça e me conte depois como foi, certo?!

Por hoje é só!!
Beijoos*