Social Media Revolution 2010
Social Media Revolution 2011
Comunicação - Redes Sociais Digitais - Ciberespaço - Publicidade
…fator que contribui para a valorização dos objetos expostos no palco midiático é a linguagem persuasiva. “Persuadir é, sobretudo, a busca de adesão a uma tese, perspectiva, entendimento, conceito, evidenciado a partir de um ponto de vista que deseja convencer alguém ou um auditório sobre a validade do que se enuncia. (Citelli 2005:14 – AP. SOCIEDADE MIDÍATICA – PROF.GABRIELA PAVANATO – UNINOVE)
Em menos de duas horas de discussão estávamos no Top Trend São Paulo e, logo depois, alcançamos o tão sonhado TT Brasil! Foi uma experiência incrível, ver tantas pessoas interagindo e querendo saber o que era esse tal de #apareSer com S. Os números ainda estão sendo computados, mas em breve vamos saber em dados e gráficos o quanto aparecemos na rede.
conceito para designar a lógica coercitiva que implica o condicionamento do ser à performance mediática. Ou seja: se o ente (pessoa física ou jurídica, personagem, produto, serviço ou marca...) não estiver "na mídia", é praticamente como se ele não "existisse". Trata-se, portanto, de um conceito que se relaciona diretamente com os conceitos de Visibilidade Mediática e Teleexistência, além de ilustrar a Cultura Narcisista característica de nossa época.Clique aqui e conheça a galera que gosta de #apareSer

Ao ler todos estes resultados do universo feminino online, pergunto se nossa participação, “maior” que a masculina, significa realmente liderança? Até hoje, ainda, não vimos nenhum boom da Internet ter sido criado por mulheres, pelo contrário Google, Facebook e Twitter, foram todos criados por eles. Nos congressos e cursos de computação, software e internet nota-se que a quantidade de mulheres é bem inferior, comparada a participação masculina. E quando o assunto é emprego, os cargos de decisão quase nunca são ocupados por elas.
Olhando por este aspecto, o acesso à cultura digital entre mulheres e homens está bem longe de ser de igual para igual. Tendo a acreditar que a relação entre a mulher e a Internet não é muito diferente da feita pelas mídias convencionais: elas continuam no patamar de superexploração e futilidade. Ontem encontrei uma matéria no site da Veja falando sobre comportamentos que irritam as mulheres no Facebook. Segundo o estudo realizado nos Estados Unidos, pelo site de compra coletiva Eversave, 83% das 400 entrevistadas já se irritaram pelo menos uma vez por causa de recados publicados por suas conexões. Entre as ações mais abominadas na rede social, estão: reclamar o tempo todo (63%); divulgar opiniões políticas divergentes (41%); exaltar suas vidas perfeitas (32%); exaltar os filhos (16%).
Creio que este tipo de pesquisa só reforça o conceito de futilidade feminina na rede. A questão é que existem assuntos mais importantes referente as mulheres. A maioria dos sites tem colunas “especiais” para as internautas, que tratam sobre moda, beleza e compras. Mas elas não são bem mais do que isso? Não que não gostamos de ler sobre este tipo de coisa, mas tenho certeza que queremos mais, muito mais. A web tem que ser vista como espaço para discussão social e política, o público feminino precisa deixar de ser usuário para ser praticante.
- Meu blog aparece em primeiro lugar no Google; - O nome Ellen Aguiar é o nono na busca automática; - Através dos comentários que fiz, recebi um convite para participar de um blog com foco em Pesquisa e Comunicação.
Ellen Aguiar é o nono nome na lista de busca automática

