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Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens
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30 de mai. de 2011

Marketing no Google


Quem não quer estar em primeiro lugar no Google?
Qual marca não fica bem feliz em ver que, através do buscador mais famoso do mundo, suas vendas aumentam e milhares de possíveis compradores passam a conhecê-la?

Pois é, o Google tem feito parte, fundamental, das estratégias de várias empresas. Porém nem todo mundo sabe disso e é visando este problema que, a consultoria Konfide oferece cursos e palestras sobre Comunicação Digital.
Convidada por Fernanda Rabaglio tive a oportunidade de assistir, na última segunda-feira (09), o curso Marketing no Google ministrado por Márcio Okabe, sócio da Konfide. Foi interessante ver como pequenas ações podem fazer com que seu site fique em lugar de destaque, mas também como alguns procedimentos, errôneos, só trazem gastos sem resultados para as empresas.
O curso abordou a importância de entender o desejo do cliente e as dificuldades encontradas pelas marcas quando o assunto são as buscas no Google. Entre os problemas mais citados, podemos destacar o investimento em links patrocinados (busca paga), mas não conseguir uma colocação melhor na busca orgânica (gratuita), estar entre as principais empresas do segmento, mas não aparecer no ranking de busca, e não aparecer em nenhuma posição no Google.
No mesmo dia, Okabe também palestrou, sobre o Marketing Google, na Universidade Cidade de São Paulo, para os alunos do Curso de Comunicação Social que estavam participando do 6º Painel de Tendências. 
Quem tiver interesse em participar dos cursos acesse o site da Konfide.

31 de mar. de 2011

Será que realmente as mulheres são “maioria” nas Redes Sociais?

Estes últimos dias li alguns post dizendo que as mulheres lideram o rank de usuários nas Redes Sociais como Orkut, Facebook e Twitter, em contrapartida li também sobre a falta de mulheres no ramo de tecnologia. Fiquei pensando sobre o assunto e resolvi escrever uma pequena reflexão sobre essa “maioria”.

Um estudo, realizado pela comScore em outubro de 2010, mostrou que as brasileiras consomem 31% mais conteúdo comparado aos brasileiros no Facebook. Nos Estados Unidos, onde a pesquisa também foi aplicada, os resultados mostraram que as norte-americanas ficaram 16,8% de seu tempo em sites de relacionamento em dezembro de 2010. Já os homens, durante o mesmo período, passaram apenas 12% na mesma atividade.


Ao ler todos estes resultados do universo feminino online, pergunto se nossa participação, “maior” que a masculina, significa realmente liderança? Até hoje, ainda, não vimos nenhum boom da Internet ter sido criado por mulheres, pelo contrário Google, Facebook e Twitter, foram todos criados por eles. Nos congressos e cursos de computação, software e internet nota-se que a quantidade de mulheres é bem inferior, comparada a participação masculina. E quando o assunto é emprego, os cargos de decisão quase nunca são ocupados por elas.


Olhando por este aspecto, o acesso à cultura digital entre mulheres e homens está bem longe de ser de igual para igual. Tendo a acreditar que a relação entre a mulher e a Internet não é muito diferente da feita pelas mídias convencionais: elas continuam no patamar de superexploração e futilidade. Ontem encontrei uma matéria no site da Veja falando sobre comportamentos que irritam as mulheres no Facebook. Segundo o estudo realizado nos Estados Unidos, pelo site de compra coletiva Eversave, 83% das 400 entrevistadas já se irritaram pelo menos uma vez por causa de recados publicados por suas conexões. Entre as ações mais abominadas na rede social, estão: reclamar o tempo todo (63%); divulgar opiniões políticas divergentes (41%); exaltar suas vidas perfeitas (32%); exaltar os filhos (16%).


Creio que este tipo de pesquisa só reforça o conceito de futilidade feminina na rede. A questão é que existem assuntos mais importantes referente as mulheres. A maioria dos sites tem colunas “especiais” para as internautas, que tratam sobre moda, beleza e compras. Mas elas não são bem mais do que isso? Não que não gostamos de ler sobre este tipo de coisa, mas tenho certeza que queremos mais, muito mais. A web tem que ser vista como espaço para discussão social e política, o público feminino precisa deixar de ser usuário para ser praticante.

28 de mar. de 2011

Iniciação Científica: Estudando comportamento e Gerações...

Compartilho aqui, um resumo da minha Iniciação Científica, que estudei sobre comportamento e pincelei sobre Gerações, tema que acho válido discutirmos sobre o prisma das Redes Sociais.


Fui orientada pela Professora Ms. Sueli Yngaunis, que na época ministrava aulas de comportamento na turma em que eu estudava. Nosso objetivo era identificar o perfil do comportamento do consumidor universitário da Universidade Cidade de São Paulo. O local na época, detinha 14.122[1] alunos, localizado na Zona Leste de São Paulo, a mais populosa da cidade, o que configurou um espaço representativo para desenvolvimento da pesquisa. Para tanto, foram feitos estudos sobre a psicologia do consumidor, a economia, sociedade do consumo, população universitária do Brasil, consumo da classe C, opinião pública e gerações.


Observando que a maioria dos participantes da pesquisa foram jovens, na faixa etária de 18 a 31 anos foi importante estudar como o comportamento desta geração influencia no consumo de produtos/serviços oferecidos pela internet.


A Geração Y ou Geração Millennials, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, aos nascidos após 1980. Desenvolveram-se em uma época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Segundo estudos eles não gostam de ficar por muito tempo em qualquer compromisso, fazem tarefas múltiplas, viajam pela Internet, comunicam-se por e-mail, pelos seus Blackberrys, ao mesmo tempo em que falam nos celulares enquanto conversam online. São jovens, espertos e ousados. Gostam de trabalhar, mas não deixam o trabalho dominar suas vidas, não esperam permanecer no emprego ou na carreira, por muito tempo. Segundo Bruce Tulgan[2], o fundador de New Haven, CNN, baseado no Rainmaker Tinking, que estuda a vida da juventude, diferente das gerações que se foram antes deles a Geração Y tem sido cuidada, nutrida e programada com inúmeras atividades desde as fraldas. Isso significa que eles são ao mesmo tempo voltados para alto desempenho, e alta manutenção, diz Tugan – “Eles também acreditam no seu próprio valor”. No mercado de trabalho, acreditam no seu autovalor e valorizam-se suficientemente, não sendo tímidos quanto a tentar trocar as empresas para quem trabalham.


Conheçam alguns resultados:


Acho que podemos pensar em como as Redes Sociais influenciam o comportamento da Geração Y e como isto é significativo para a comunicação. O que vocês acham?


[1] Dados de junho de 2009, fornecidos pelo professor Clovis José Serra Damiano, Chefe do Centro de Registro e Controle Acadêmico.

[2] Disponível em http://www.kairosnet.com.br/jobjump/ger_y.html. Acesso em 12 de outubro de 2009.


Beijoos*

21 de mar. de 2011

A mais nova aluna de Redes Sociais!

Pessoas,
Boa noite!

Finalmente minha pós começou! Oba!!!
Comunicação em Redes Sociais, o curso que eu tanto queria. E pra melhorar ainda mais, ao entrar na sala, tive a agradável surpresa de saber que a disciplina de Estruturação e Funcionamento de Webpages em Redes Sociais será ministrada pela professora Cíntia Dall Bello, que me deu aula no primeiro ano da Faculdade.

Estava com saudade deste ambiente de sala de aula, perguntas, experiências e muito mais. E posso dizer que minhas expectativas estão bem grandes, afinal sou apaixonada por redes sociais, fico impressionada como este fenômeno modificou a forma de fazer comunicação. Finalmente vou poder devorar este tema.

Meu objetivo é entender as relação das Redes Sociais x Comportamento do Consumidor x Novas formas de Comunição x Marcas. Talvez seja muita coisa e no final decida por apenas uma linha, mas os questionamentos são grandes rs!

Para a próxima aula já tenho trabalho (é, vida de estudante tem essas coisas rs). Farei uma pesquisa de quantas vezes e de como meu nome aparece no google...Fiz isto hoje e sexta-feira farei de novo, neste meio tempo vou criar algumas ações para tentar fazer com que este número de "aparições" aumente. Amanhã vou postar alguns resultados interessantes que encontrei.

Quem se interessar sobre o assunto e quiser saber mais sobre esta pesquisa acesse o post "Você está no Google? Gestão da visibilidade mediática cibercultural" da Professora Cíntia. Ela explica o processo e dá algumas dicas de leitura. Se você ficou com vontade de pesquisar seu nome, faça e me conte depois como foi, certo?!

Por hoje é só!!
Beijoos*